Vídeos debatem racismo nas universidades e cotas

Educação Ensino superior

Veja a entrevista com Stephanie Ribeiro, estudante bolsista da PUC-Campinas, e o comentário de Ronald Rios sobre o professor que diz preferir ser atendido por um médico branco a um negro

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Os programas de ação afirmativa vêm mudando, ainda que timidamente, a paisagem humana em instituições de ensino superior públicas e privadas. As universidades federais seguem a Lei de Cotas (Lei 12.711), que determina que a reserva de 50% das vagas a estudantes oriundos de escolas públicas. Essas vagas também levam em consideração critérios de cor ou raça, de acordo com a distribuição racial da população na região onde está a instituição de ensino. Já o Programa Universidade para Todos (ProUni) oferece bolsas integrais e parciais para estudantes de escola pública em instituições particulares. De acordo com o Ministério da Educação, metade dos beneficiados são negros.

Porém, essa mudança nem sempre é bem recebida. Estudante bolsista no curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Campinas, Stephanie Ribeiro conta que sofreu preconceitos e foi hostilizada por seus posicionamentos contra o racismo e o machismo.

Outro caso recente foi o do professor da Universidade Federal do Espírito Santo que, em um debate sobre cotas, disse que preferia ser atendido por um médico branco a um negro. No vídeo abaixo, o humorista Ronald Rios comenta o caso e a política de cotas.

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